E se o semáforo vermelho dançasse à sua frente, ficaria parado à espera do verde?
A SMART lançou uma campanha "For more safety" para os peões ficarem parados quando o sinal está vermelho, e atravessarem em segurança apenas quando está verde.
A campanha, feita na cidade de Lisboa, no Rossio, levou a que mais de 80% das pessoas ficassem paradas no passeio, à espera do verde para atravessar a rua.
Com o lema "Ideias inteligentes tornam a cidade num local mais agradável", a SMART conseguiu atrair atenção para a segurança dos peões nas estradas na cidade de Lisboa.
Com o ano de 2014 a chegar ao fim decidimos trazer para o blog o top 10 das cidades mais verdes do mundo. A 4ª edição do "Global Green Economy Index" publicado pela DualCitizenLLC,
fez uma análise aprofundada a 60 países e 70 cidades para perceber o que estão a fazer para desenvolver economicas "eco-friendly". Now we’re going to check out the world’s ten greenest and
most sustainable cities. Scandinavia, an encore! Confira em baixo o top 10 no qual 4 das cidades estão localizadas em países nórdicos!
1.Copenhaga
Esta metropolis com cerca de 2 milhões de habitantes em que as suas infraestruturas foram desenhadas para serem usadas por bicicletas ou a pé em vez do automóvel, tem por objectivo de reduzir as emissões de carbono para zero até ao ano de 2025.
2. Amesterdão
Toda a gente anda de bicicleta em Amesterdão e isto já acontece há decadas, o que faz dela uma das cidades mais amigas da bicicleta. Na verdade, existem mais bicicletas que pessoas!
3. Estocolmo
Foi a primeira cidade a vencer o prémio "European Green Capital", é uma das cidades mais limpas do mundo e tem por objetivo até 2050 não necessitar de combustíveis fósseis.
4. Vancouver
Apesar de densamente populada e cara o clima ameno faz com que seja um local ótimo para se viver. É a cidade mais limpa do Canada e uma das mais limpas do mundo.
5. Londres
A cidade tem trabalhado ativamente para limpar a imagem da Revolução Industrial que ainda está associada, para isso tem reduzido as emissões de gazes com efeito de estufa e criado mais espaços verdes.
6. Berlim
A capital da Alemanha tem percorrido um longo caminho par a sustentabilidade.
7. Nove Iorque
Pode parecer surpreendente para alguns mas, as emissões de gazes com efeitos de estufa são bastante reduzidas para uma cidade desta dimensão.
8. Singapura
Em 1992 foi criado o primeiro plano verde de Singapura que tem por objetivo, até metade do século XXI, ter desperdício 0 em aterros.
9. Helsinki
À
semelhança de outras cidades escandinavas, a capital da Finlândia encoraja o
uso de bicicleta e transporte público aos seus cidadãos. A cidade tem
trabalhado pela sustentabilidade desde a década de 50 através de programas de
eficiência energética e o Plano de Acão sustentável adotado em 1992.
10. Oslo
A capital da Noruega é uma das 4 capitais escandinavas presentes no top 10. O governo da cidade tem um Plano estratégico para o Desenvolvimento Sustentável que inclui um programa para protegeros arredores verdes da cidade.
Durante
muitas décadas as cidades foram planeadas segundo a perspetiva do automóvel. O
que interessava eram as vias de circulação e o estacionamento para os mesmos.
Atualmente,
os governos estão empenhados em realizar algumas intervenções para que as
cidadesvoltem a ser agradáveis, confortáveis
e seguras para os peões, sobretudo em termos da melhoria da mobilidade pedonal.
Um bom
exemplo de intervenção realizada são as novas passadeiras de São Paulo, no
Brasil.
Outro bom
exemplo é a nova tecnologia implantada junto a alguns semáforos, em Londres.
Estes são sensores que calculam o tempo de atravessamento necessário, segundo a quantidade de peões em espera e, indicam também, o tempo restante de atravessamento.
Em 2017 Aarhus, Dinamarca vai ser Capital Europeia da Cultura, a par com a cidade de Pahos, Chipre, e o seu tema é "RETHINK.
Este tema foi resultado de consulta de 8.000 habitantes e reflecte as forças únicas desta cidade e região e promove a criatividade em todos os sectores. Aarhus será um espaço para experimentação e irá-se focar no planeamento urbano. Estão já a ter lugar algumas iniciativas promovendo uma maior interacção entre os cidadãos e também uma mudança em questões de transporte.
Sabendo os benefícios de andar a pé, um grupo decidiu fazer uma experiência e tentar convencer quem espera o autocarro (por vezes muito demorado) a ir a pé até à próxima paragem.
O "Quiosque do REurb" surgiu de maneira inusitada e improvisada.
Até então o desafio era de manter as pessoas no Largo Agostinho da Silva, em
Lisboa, por um tempo mais alargado e não de ser apenas um local de passagem até à Praça
das Flores. Para isso a Equipa do REurb teve a ideia do Baloiço, o qual teve grande êxito.
Entretanto, uma vez que o Baloiço se encontra em manutenção, decidimos instalar um quiosque, para
servir moradores e turistas, que circulam no local com revistas, jornais, livros
e guias turísticos.
O principal objetivo é trazer as pessoas ao Largo e fazê-las
vivenciar este espaço, como se fosse sua sala de estar, através da informação,
entretenimento e conhecimento por meio da leitura, e contribuir para a
educação através de conteúdos de qualidade.
Os materiais são todos reutilizados e oriundos de
doações, sobretudo do restaurante "Pomme de Terre Batataria", o qual
é o principal responsável por substituir as revistas e jornais, além
de zelar pelo espaço.
Este processo de participação de um estabelecimento de restauração do Largo, acaba por beneficiar o próprio restaurante, uma vez que possibilita um maior número de clientes na sua esplanada, que é em frente ao "Quiosque do REurb". Porém, qualquer um pode usufruir do quiosque sem custo algum.
O REurb atua com simples
intervenções, criativas e inovadoras. Envolvendo sempre os atores locais na
constante busca de melhorar os espaços públicos para torná-los mais
atrativos, dinâmicos e humanizados.
A missão do REurb é trazer as pessoas para as ruas, por isso queremos criar ambientes onde todos se sintam confortáveis e onde gostem de passar o seu tempo. Onde também podem encontrar informação, diversão e cultura, instrumentos essenciais para uma
sociedade que almeja a felicidade de todos e de cada um.
BRT, ou em português, VLP, veículo leve sobre pneus, é um sistema de transporte público baseado no uso de autocarros, que funciona como solução para o trânsito, à superfície, de uma cidade.
Um sistema de BRT, se estiver bem dimensionado, tem um design, serviços e a própria infraestrutura especializada para melhorar a qualidade do sistema, sem atrasos, nem filas. O sistema tem baixos custos de implementação, e capacidade de resposta elevada.
O sistema BRT foi implementado na cidade de Curitiba, Brasil, nos anos 70, mas rapidamente se multiplicou para outras cidades em todo o mundo, como Rio de Janeiro, Cidade do México, Los Angeles, Istambul, Bogotá.
BRT, Bus Rapid Transit, is a public transportation system with high levels of service that is part of the solutions for urban mobility on the surface.
If the system is well designed it's a solution for the trafic problems in the city. The system as lower implementations costs and the capacity to support high demand.
BRT was first implemented in Curitiba, Brazil, in the 70's, but now it's spread all over the world, in cities like, Rio de Janeiro, Mexico City, Los Angeles, Istanbul, Bogota.
Veja o vídeo para perceber melhor como funciona este sistema de transporte urbano.
Check out the video to understand better how does this system of urban transportation works.